A guinada do centro para a direita
    fevereiro 6, 2010

Quando um governo ou um partido começa a defender um Estado forte, bote as barbas de molho que a guinada é para a direita, nunca para a esquerda. Claro, que a propósito o presidente Lula e a ministra-candidata Dilma Rousseff, ambos com uma longa tradição de militância esquerdista – Lula como o maior líder operário de São Bernardo do Campos e Dilma como jovem que pagou a militância com a prisão, tortura e ficha nos arquivos da ditadura militar dos cinco generais-presidente.



Nem Lula nem a candidata estão pensando em derrubar florestas. O alvo é outro. Um novo Lula depois da crise cardíaca com a disparada da pressão, enxugando o suor que ensopa o pescoço, sob o olhar da candidata, defendeu o Estado forte. Não deve estar pensando, é lógico na ditadura militar e não era nascido no Estado Novo de Vargas. Mas, o recado é suspeito e enfático. E em dueto. Lula puxa o coro: “O fracasso do sistema financeiro internacional fez ressurgir o Estado como único capaz de salvar a economia da crise”. A sucessora que Lula escolheu para o enjeitado PT, na sua vez, foi um papel carbono: “O Brasil não está mais na fase antiga do estatismo pelo estatismo do período da década de 50. Mas, definitivamente na fase neoliberal, aquela em que todo o mundo achava que o Estado dava conta de tudo”.


Nem Lula nem a candidata sabem muito bem o que querem. A ministra tenta dar um exemplo: “Como é que a gente vai fazer moradia para todos os brasileiros que estão ganhando até três, quatro salários-mínimos, sem subsídios. A equação não fecha, porque o que eles ganham não é suficiente para pagar uma casa. Aí, o Estado tem que entrar pesado”. Mas, a ministra esqueceu de explicar como lançou e está tocando às pressas o Minha Casa, Minha Vida para construir um milhão de residências populares. E que devem estar prontas e entregues aos donos antes da eleição de 5 de dezembro.


A candidatura de Dilma tem avançado nas pesquisas e seus índices encostam no do governador tucano de São Paulo, José Serra, candidato da oposição ainda sem vice. Parece que o alvoroço está sendo provocado pelo deputado Ciro Gomes, que acusou o PT de tratar os aliados como “bucha de canhão”.

 

17 Comentários

 
Villas-Bôas Corrêa Diz:

Esta é mesmo para provocar os que gostam do debate. Villas

 
José Paulo Schiffini Diz:

Quem é ela?

O pai dela - Pétar Russév (mudado para Pedro Roussef) -, filiado ao Partido Comunista búlgaro, deixou um filho (Luben) lá na Bulgária e veio dar com os costados em Salvador, depois Buenos Aires e, ao fim, fez negócios em São Paulo. Encantou-se com a professorinha de 20 aninhos, Dilma Jane da Silva (rica, filha de fazendeiro), e com ela casou e viveu em Belo Horizonte, tendo três filhos: Igor, Dilma - a guerrilheira - e Lúcia. Igor morreu em 1977.

Era uma família classe A, com casa enorme, três empregadas, refeições servidas à francesa, com guarnições e talheres específicos. Tinham piano e professora particular de francês. Dilma entrou primeiro numa escola de freiras - Colégio Sion - e, depois, no renomado Estadual Central. Nas férias, iam de avião para Guarapari/ES e ficavam no Hotel Cassino Radium.

 
José Paulo Schiffini Diz:

Tá dificil heim?

 
José Paulo Schiffini Diz:

Os blogs podem estar sendo censurados , mas a Internet ainda é livre no Brasil.
E graças a ela caiu o muro de Berlim.
Schiffini

 
emerson57 Diz:

ainda acho que a oposição à dilma virá de aécio ou de ciro.
serra “já era”.
sem esquecer que ciro foi filiado ao psdb por quase dez anos………

 
Paulo Miranda Sarmento Diz:

Caro amigo Villas-Bôas Corrêa:
Agradeço a meus algozes o mal que procuraram fazer-me, dando-me a oportunidade de aproximar-me mais de Deus. Digo, também, que os homens podem não saber onde estou, mas o Senhor sabe onde me encontro. Diante Dele ficamos transparentes. Quando você se dedica de corpo e alma ao trabalho, tendo sob sua responsabilidade direta e indireta a vida de trabalhadores; cercando-os de meios para produzir de maneira saudável, respeitando seus direitos; bem como fazendo-os compreender que a empresa em que trabalham é seu ganha pão, a harmonia profissional consolida todas tarefas, até então realizadas. Tive a satisfação, em minha vida de trabalho, conviver com colegas, de diversas funções, do simples operário até ao mais graduado funcionário; até participando de esportes, em condições idênticas, sem imposições ou desrespeito. No dia que me aposentei, depois do expediente normal, participei de um jogo futebol de salão. Atuei como goleiro em minha equipe, que venceu a que era a pimeira colocada. Porém, naquele dia, 31 de maio de 1975, a adversária perdeu a invensibilidade, por 4 x 2. Não relato esse fato por vaidade, mas para que se saiba que para ser respeitado não se torna necessário afastar-se daqueles que lhe estão subordinados. Quando ingressei na Cia., eu era um menino velho. Dela saí como se fora um velho menino. Até o bater rústico e estridente do martelo contra a bigorna, quando bem cadenciado, pode tornar-se um som harmònico. Peço desculpas pelas minhas idas ao pretérito, para formalizar minhas assertivas. Porém, o passado é a base do presente e o atual é a plataforma do futuro. Almejo que não continuem a destruir o que nossos patriotas, no passado, construiram para nosso País.

 
Marcos Diz:

Gostei da provocação Sr Villas. Gostei mais ainda da afirmação da Ministra Dilma de que o Estado continuará tendo forte atuação. O velho e bom governo keynesiano. O único que deu certo. Para que ficar inventando a roda? Estado forte, livre mercado e democracia foram os pilares das economias bem sucedidas.

 
Pax Diz:

Boa discussão. Hoje há um editorial do Estadão que fala da campanha de governo que será lançada pelo PT e que se chama “A Grande Transformação”. Pena que não achei o link para disponibilizar e li na velha forma, no papel mesmo.

Segundo uma notícia do dia 05 de fevereiro, do mesmo Estadão, chamada “Plano de governo do PT para Dilma reforça papel do Estado na economia” (aqui http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100205/not_imp506703,0.php ) “prega maior presença do Estado na economia, com fortalecimento das empresas estatais e das políticas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal para o setor produtivo.”

E aí entraríamos na discussão do Estado Forte, onde deveria atuar e onde não deveria, e como atuar. Outra grande discussão que merece reflexão de todos, segundo meu entender.

E por fim a provocação final do mestre Villas, falando do Ciro Gomes, uma incógnita que balança para todos os lados, começando pelo PDS (antiga ARENA), passando pelo PMDB, depois pelo PSDB onde ficou de 1988 até 1996 (como cita o emerson57 acima), pulou para o PPS, antigo PCB e, finalmente, em 2003 passa para o PSB.

O que quer esse pula-pula? E vale muito prestar atenção neste candidato - não candidato, afinal é o terceiro colocado nas pesquisas. Que jogo faz?

 
Villas-Bõas Corrêa Diz:

Amanhã é dia de descanso. Mas, se pintar um bom assunto eu compareço. Estou impressionado com o envelhecimento do Lula. Nas fatos parece um ancião estafado, com alma de lutador que não se entrega. Mas, se Lula nãzo puder carregar a Dilma, tudo pode acontecer. Villas

 
Paulo Miranda Sarmento Diz:

Caro Villas-Bôas Corrêa:
Acredito que o passar do tempo não envelhece tanto, quanto uma consciência pesada. Quem não tem o hábito de utilizar-se da mente, por falta de bons pensamentos, apenas mente. A mentira tem pernas curtas. Diz o ditado:- É mais fácil alcançar-se um mentiroso do que um coxo.

 
Ulisses Diz:

Caro Paulo José Paulo Schiffini! Antes ela, filha da burguesia que não suportou ver a diferença social no Brasil e enfrentou a ditadura, que um malandro que se elegeu presidente da UNI, fazia a engenharia na USP e fugiu com o rabinho entre as pernas, sem ter nenhuma ameaça.E depois como secretário de Mario Covas, foi chamado de corrupto e enrriquecimento ilícito, abriu um processo por calunia, viu-se ameaçado quando o juiz autorizou a abertura de seu sigilo bancário e desistiu da ação! Mario Covas mudou o juiz, engavetaram o processo e cerca de 15 anos depois o novo juiz diz que os crimes prescreveram!É este fulano que voce vai votar para presidente!
Olha aqui:
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=15897

Estamos em 1988, na disputa pela prefeitura de São Paulo.

Os candidatos eram o deputado federal José Serra, Paulo Maluf e João Leiva.

Maierovitch era Juiz da 2ª. Zona Eleitoral.

Flavio Bierrenbach, hoje Ministro do Tribunal Superior Militar, no dia 29 de outubro de 1988 foi ao horário eleitoral gratuito e faz a seguinte declaração:

No dia 15 de novembro, João Leiva vai ter que derrotar dois Malufs.

Um Maluf todo mundo conhece, aquele que nasceu no lodo da ditadura.

O outro poucos conhecem.

José Serra entrou pobre como Secretario do Planejamento de Franco Montoro e saiu rico.

Prejudicou muitos de seus ex-companheiros.

Como o outro Maluf, tem uma ambição sem limite.

Como o outro Maluf, Serra usa o poder de forma cruel, corrupta e prepotente.

Serra pediu direito de resposta no horário eleitoral.

Maierovitch deferiu

Além disso, Serra entrou com uma representação, para que tudo fosse encaminhado ao Ministério Público, já que ele tinha sido caluniado, difamado e injuriado.

O advogado de Serra era Mario Covas Neto.

Maierovitch encaminhou ao Ministério Público denúncia de Serra contra Bierrenbach.

A denúncia de Serra mostrava que ele tinha sido caluniado, porque Bierrenbach dissera que ele entrou pobre no Governo Montoro e saiu rico; e porque usa o poder de forma corrupta.

A denúncia dizia que Serra tinha sido difamado, porque Bierrenbach tinha dito que o outro Maluf poucos conheciam; que ele enganara muita gente, e que tinha feito uma campanha milionária para deputado federal.

A denúncia de Serra dizia que Bierrenbach o tinha injuriado, porque disse que ele, como Maluf, tem uma ambição sem limites; que, pelo poder, é capaz de tudo.

Maierovith aceitou um recurso de Bierrenbach: queria a “exceção da verdade”.

Ou seja, queria provar que tinha dito a verdade.

Maierovitch recebeu e encaminhou os pedidos de Bierrenbach para ter acesso à declaração de renda de Serra à Receita Federal, à movimentação de contas em bancos, à prestação de contas de Serra à Justiça Eleitoral, à convocação de testemunhas.

Tudo deferido.

Serra entra com mandado de segurança para que Maierovitch fosse afastado do caso e tudo passasse ao Supremo Tribunal Federal (*).

Maierovitch indeferiu o pedido.

Levou em consideração a própria jurisprudência do STF: o juiz natural da ação era, de fato, Maierovitch.

Serra mudou de tática.

E disse que, pensando bem, não tinha sido nem “caluniado”, nem “difamado”.

Tinha sido, apenas, “injuriado”.

Sabe por que, amigo navegante ?

Porque na Justiça Eleitoral, no crime de “injúria” não cabe a “exceção da verdade” – ou seja, não cabe pedir o direito de mostrar as provas.

Maierovitch recusou o “pensando bem” de Serra.

E mandou buscar as provas que Bierrenbach disse que tinha de que Serra entrou pobre e saiu rico do Governo Montoro e usava o poder de forma corrupta.

Maierovitch considerou que não podia julgar antes.

Ou seja, não podia, antes de ver as “provas” de Bierrenbach, se havia calunia e difamação ou não.

Surpresa.

No Tribunal Regional de São Paulo, o desembargador Carlos Alberto Ortiz suspendeu o processo, até que novo mandado de segurança de Serra, agora assinado pelo advogado Marcio Thomaz Bastos (**), fosse julgado.

O mandado foi distribuído para o Juiz Francisco Prado, que assumiu o cargo de juiz por indicação do governador Mario Covas.

Estamos aí, portanto, “num ambiente tucano”, diz Maierovitch.

O processo, aí, parou.

Ficou “travado”, como se diz na Justiça brasileira.

Depois de ser Juiz, Francisco Prado foi Secretario de Habitação de Mario Covas.

E Secretario do Emprego do Governo Alckmin.

Em 1997, Prado teve que deixar o Tribunal.

Deixou atrás de si um cartório de processos não julgados.

Mas, antes de sair, julgou o mandado de segurança de Serra.

Veja bem, amigo navegante, o fato se deu em 1988.

Prado julgou em 1997.

Levou quatro anos com o mandado de segurança em cima da mesa.

E o que descobriu Prado ?

Que os crimes estavam prescritos.

Conclusão de Maierovitch: que pena, nunca se soube se Serra é ladrão!

 
Antonio M Diz:

“…“O fracasso do sistema financeiro internacional fez ressurgir o Estado como único capaz de salvar a economia da crise”. …”

” …07 de Fevereiro de 2010 -

Poder Executivo deve ultrapassar 100 mil novos cargos no governo Lula

Aumento foi de 63.270 de dezembro de 2002 a outubro de 2009; Orçamento autoriza mais 46.151 vagas este ano

Quando chegar ao fim de seu segundo mandato, em dezembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá contratado cerca de 100 mil pessoas apenas para o Poder Executivo. É um exército de auditores, pesquisadores, analistas, advogados, professores, entre outros profissionais, que começaram a trabalhar nos diversos órgãos do governo nos últimos oito anos. …”

. . Será que não há confusão entre Estado grande e Estado forte? Usando das analogias como Lulla, Éder Jofre e Bruce Lee não eram pessoas gigantescas mas poderiam derrubar outras pessoas inclusive lutadores bem maiores que eles. Para mim é desculpa de LuLLa et Caterva para aparelharem o Estado e privatizarem-no para eles. Claro que precisamos de mais professores, policiais, médicos mas, com melhor treinamento e motivação mas, não de parasitas intalados em estatais e agências do governo.

 
José Paulo Schiffini Diz:

“Conté mis años y descubrí,
que tengo menos tiempo
para vivir de aquí en adelante,
que el que viví hasta ahora…

Me siento como aquel chico
que ganó un paquete de golosinas:
las primeras las comió con agrado,
pero, cuando percibió
que quedaban pocas,
comenzó a saborearlas profundamente.

Ya no tengo tiempo
para reuniones interminables,
donde se discuten estatutos,
normas, procedimientos
y reglamentos internos,
sabiendo que no se va a lograr nada.

Ya no tengo tiempo
para soportar absurdas personas
que, a pesar de su edad cronológica,
no han crecido.

Ya no tengo tiempo
para lidiar con mediocridades..

No quiero estar en reuniones
donde desfilan egos inflados.

No tolero a maniobreros
y ventajeros.

Me molestan los envidiosos,
que tratan de desacreditar
a los más capaces,
para apropiarse de sus lugares,
talentos y logros.

Detesto, si soy testigo,
de los defectos que genera
la lucha por un majestuoso cargo.

Las personas no discuten contenidos,
apenas los títulos..

Mi tiempo es escaso
como para discutir títulos.

Quiero la esencia,
mi alma tiene prisa….

Sin muchas golosinas en el paquete…

Quiero vivir al lado
de gente humana, muy humana.
Que sepa reír de sus errores.
Que no se envanezca
con sus triunfos.
Que no se considere electa
antes de hora.
Que no huya de sus responsabilidades.
Que defienda la dignidad humana.
Y que desee tan sólo
andar del lado de la verdad
y la honradez.

Lo esencial es lo que hace
que la vida valga la pena.
Quiero rodearme de gente,
que sepa tocar el corazón
de las personas..

Gente a quien los golpes
duros de la vida,
le enseñó a crecer
con toques suaves en el alma..

Sí.. tengo prisa.
por vivir con la intensidad,
que sólo la madurez
puede dar.

Pretendo no desperdiciar
parte alguna de las golosinas
que me quedan.
Estoy seguro
que serán más exquisitas,
que las que hasta ahora he comido.

Mi meta es llegar al final
satisfecho y en paz
con mis seres queridos
y con mi conciencia.

Espero que la tuya sea la misma,
porque de cualquier manera
llegarás..”

Caro Villas, parbéns pelo Blog.
Apesar de alguns posts meus não aparecerem em seus comentários.

Senhor Ulisses; eu não tenho nada a ver com Serra, nunca votei nele.

 
Villas-Bõas Corrêa Diz:

Meu caro José Paulo, acho que você nunca entendeu ou desaprova a minha inabalável postura ética de profissional da imparcialidade. Comentárista, analista, repórter político com o broche de partido na lapela é militante, e suspeito de estar cavando uma sinecura na Petrobrás, a mãe de todos os petistas ou um mandato de vereador,prefeito, deputado. Compreendo a sua reserva. Mas, nunca declarei voto, jamais assinei papelucho apoiando candidato. E aos 86 anos, com um pé na cova e que não vou mudar. Com a estima do Villas-Bôas Corrêa

 
José Paulo Schiffini Diz:

Caro Villas,
obrigado por sua atenção e pelas explicações.
Nunca me candidatei, nem quero me candidatar a qualquer posto.
Não sou militante de partido político algum.
Apenas estudo a estratégia política do ponto de vista técnico, muito bem explicada num livro antigo da Zahar:
“Os 5 grandes problemas da Política”
Estudo estratégia também do ponto de vista militar, também num livrinho antigo do General Beaufre: “A Estratégia da ação” e as palestras e conversas de personagens da cena política dos últimos 50 anos;
aí incluídos políticos como Jânio Quadros, Adhemar de Barros, Carvalho Pinto, pois vivi em São Paulo de 1944 ( ano que nasi) até 1973, ano que me transferí para o Rio de Janeiro.;além dos políticos sempre leio os críticos de Política dos principais jornais do país.
Sempre trabalhei na área Academica, Científica e Cultural e pelos métodos e processos que ela desenvolveu com o advento dos computadores, das pesquisas eleitorais em tempo real, da Internet, etc.
Gosto da política para decifrar os próximos movimentos de cada candidato.
Sou fã ardoroso da alternância de poder, da liberdade de expressão, da democracia republicana, da Economia fortalecida seja por um Estado mais forte ou por um Estado Mínimo, seja por uma candidatura mais a direita ou mais à esquerda; visto que tais posições são sempre relativas ( por exemplo em 1968 Serra era de esquerda, hoje ele está mais a direita de Lula e mais à esquerda de Ronaldo Caiado…)
Elogio sua posição imparcial e por isso me abro em seu blog; mas não gosto quando comentários meus, mesmo que errados, não são publicados, apenas isso.

Mas acima de tudo, elogio você, suas idéias e convicções e peço que continue elucidando e fazer seus leitores a compreender melhor os bastidores da Política.

Sinto falta de encontrá-lo caminhando no JB;
prometo que não lhe perguntarei nada;
mas se deres palestras e cursos quero ser um dos primeiros alunos a se matricular nos mesmos.

Hoje o PMDB, acabou de se dividir e afastar nomes como
Jarbas Vasconcelos que ví passeando na Rua das Pedras em Búzios com Sérgio Guerra no m~es passado.
Pedro Simão, enfim a velha guarda de São Paulo
Orestes Quércia; tudo para que se consiga um lugar de VP.

Será que este lugar vale mais que o de mandatário amior?

Acho que a poesia num comentário acima em espanhol respode tal dúvida

Peço desculpa aos demais leitores pelo tamanho de minhas hilações políticas
Schiffini
Schiffini

 
Anderson Diz:

Quero lembrar participante do blog sr Ulisses que assim como Serra não conseguiu ou não quis explicar o dito enriquecimento a ministra candidata Dilma (ou Estela?) e sua gangue não fez qualquer comentário sobre o famoso “Assalto ao cofre do Ademar” cuja ação foi considerada na época o maior ataque terrorista já feito (…na história deste país…) e que ainda hoje não se sabe o que foi feito com boa parte daquele dinheiro (ale de financiar a compra de armas).

Caro sr Villas.
Não canso de te parabenizar pelo blog. Os artigos estão cada dia melhores, o senhor como um bom vinho melhora com o passar dos anos, e as discussões só valorizam a importância dos assuntos políticos em um país que ainda se familiariza com a democracia e com a liberdade de imprensa.

 
Flávio Pagotto Diz:

Ola, gostaria de saber se ha possibilidade de o senhor realizar 4 palestras no mes de junho de 2010 na região de Rio Verde - GO.

sem mais

64-3622-6297

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